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O Museu do Aljube Resistência e Liberdade é um espaço de memória, da resistência à ditadura e de luta pela liberdade. A todos desafiamos à reflexão crítica e à abordagem da memória enquanto património cultural e construção de identidade comum.
O questionamento e o espírito crítico fazem parte do nosso dia-a-dia, a valorização das liberdades, direitos e garantias é uma prática diária na nossa atividade, o compromisso com uma cultura de diálogo e compreensão é uma das razões da nossa existência.
© Patrícia Guimarães

+ Novos e Famílias

Nas segundas manhãs de domingo de cada mês, acolhemos programação para os mais novos, do teatro à dança, da música à ilustração, numa reflexão performativa sobre a liberdade e os direitos humanos.

Museu do Aljube 4º Piso
Duração: 50 minutos

Pré-inscrição através de inscricoes@museudoaljube.pt
Sujeito a lotação do espaço

Reposição das peças

  • 12 setembro – 11h

“Há duas espécies de serpentes: as serpentes boas e as serpentes más. As serpentes boas fazem coisas boas e as serpentes más fazem coisas más. Como as fadas e os homens, nem todas as serpentes são iguais! Podem usar os seus poderes para fazer o bem…para salvar, para curar. Ou podem fazer o mal: torturando, devorando, envenenando. Já agora, sabem que “al-jubb” é uma palavra de origem árabe que pode significar poço, cisterna, caverna, lugar escuro, masmorra ou prisão? Dizem que as serpentes gostam destes locais para viver…”

  • 10 outubro – 11h

Fábulas de Luandino Vieira “Era um dia”… ou melhor, era uma noite, um morcego. Esta é a história de “Dimandondo, o morcego dos três nomes”, que come de noite e dorme de dia. Luandino Vieira conta-nos que ouviu esta fábula na cadeia da PIDE, em Luanda, em 1962, narrada por um prisioneiro de Cabinda, que um dia foi levado de avião e nunca mais foi visto. Em “Kiombokiadimuka e a liberdade”, temos um porco e um javali, que se debatem precisamente com as consequências das suas escolhas. Nas duas fábulas, a liberdade exige esperteza e resiliência, e tem sempre um preço.

  • 14 novembro – 11h

Fábulas africanas escolhidas  por Nelson Mandela As lebres aparecem em muitas fábulas africanas. São rápidas, espertas e matreiras. Também muitas crianças, mesmo pequeninas, mesmo desobedientes, podem ser corajosas e desafiar monstros terríveis, do tamanho de árvores, escuros como a noite e com dentes tão grandes como presas de javali. Será alegoria, será mentira? Como escreve Mandela: “Na verdade, na verdade, nem tudo o que vão ouvir corresponde à realidade”, mas esta é a nossa história, tal como a contamos. “Tenham gostado ou não, levem-na para outros lugares e tragam-ma de volta.”

Sessões Anteriores

  • 16 maio – 11h


Numa parceria com o coletivo de artistas “Apanha Palavras”, começaremos «Com Garras e Dentes: Fábulas de Animais Livres e Resistentes, fábulas de animais livres e resistentes», a partir de contos africanos, em homenagem a Luandino Vieira, Nelson Mandela e tantas e tantos outros.

“Há duas espécies de serpentes: as serpentes boas e as serpentes más. As serpentes boas fazem coisas boas e as serpentes más fazem coisas más. Como as fadas e os homens, nem todas as serpentes são iguais! Podem usar os seus poderes para fazer o bem…para salvar, para curar. Ou podem fazer o mal: torturando, devorando, envenenando. Já agora, sabem que “al-jubb” é uma palavra de origem árabe que pode significar poço, cisterna, caverna, lugar escuro, masmorra ou prisão? Dizem que as serpentes gostam destes locais para viver…”

  • 13 junho – 11h

Fábulas de Luandino Vieira “Era um dia”… ou melhor, era uma noite, um morcego. Esta é a história de “Dimandondo, o morcego dos três nomes”, que come de noite e dorme de dia.
Luandino Vieira conta-nos que ouviu esta fábula na cadeia da PIDE, em Luanda, em 1962, narrada por um prisioneiro de Cabinda, que um dia foi levado de avião e nunca mais foi visto.
Em “Kiombokiadimuka e a liberdade”, temos um porco e um javali, que se debatem precisamente com as consequências das suas escolhas. Nas duas fábulas, a liberdade exige esperteza e resiliência, e tem sempre um preço.

  • 11 Julho – 11h

Fábulas africanas escolhidas por Nelson Mandela.
As lebres aparecem em muitas fábulas africanas. São rápidas, espertas e matreiras. Também muitas crianças, mesmo pequeninas, mesmo desobedientes, podem ser corajosas e desafiar monstros terríveis, do tamanho de árvores, escuros como a noite e com dentes tão grandes como presas de javali.
Será alegoria, será mentira? Como escreve Mandela: “Na verdade, na verdade, nem tudo o que vão ouvir corresponde à realidade”, mas esta é a nossa história, tal como a contamos. “Tenham gostado ou não, levem-na para outros lugares e tragam-ma de volta.”

Ficha Técnica

Autoria, Direção Artística e Coordenação Geral – Paula Pina;
Equipa Artística – Interpretação – Ana Isabel Gonçalves, André Moraes, Paula Pina, Rita Faria;
Música, Sonoplastia e Coreografia – André Moraes, Paula Pina;
Equipa Técnica – Som, Luz, Vídeo e Fotografia – Mariana Dionísio, João Sanches;
Figurinos e Cenografia – Marta Fernandes da Silva.