Centro de Documentação

Maria Lucília Estanco Louro – I

No dia 25 de abril de 2016, Maria Lucília Estanco Louro falou-nos das suas memórias e da importância do apoio e solidariedade que o Socorro Vermelho prestou aos presos políticos e seus familiares, e aos presos dos campos de concentração nazis.

Daniel Cabrita – Dias da Memória 2016

Daniel Cabrita partilhou com o Museu do Aljube o seu testemunho de luta sindical e consequente prisão. Falou-nos da tortura do sono a que foi sujeito pela PIDE e a farsa do julgamento do Tribunal Plenário.

António Joaquim Gervásio – Dias da Memória 2016

No dia 25 de abril de 2016, no âmbito dos Dias da Memória, António Joaquim Gervásio partilhou as suas memórias de prisão. Esteve no Aljube e lembra as torturas que sofreu.

Luiza Sarsfield Cabral

2018_10_17 – Luiza Sarsfield Cabral foi a convidada, pelo Museu do Aljube, dos Dias Abertos, para partilhar com os professores a sua experiência de intervenção nas “Vidas Prisionáveis”, atividade que o Museu desenvolve registando testemunhos de ex-presos e resistentes à ditadura, com a interpelação dos alunos, falando da História na primeira pessoa. Luiza Sarsfield Cabral partilhou ainda com os professores episódios da sua vida de luta desse tempo, numa entrevista conduzida pelo Diretor do Museu, Luís Farinha.

Fernando Raul da Conceição Penteado

Recolha de Testemunhos no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em 2018_12_06 –
Fernando Penteado, aos 18 anos, a tirar o curso na Escola de Regentes Agrícolas de Santarém, percebeu que não tinha direito ao adiamento de incorporação no serviço militar. Refratário, saiu do país a salto para Espanha, sem passadores e sem documentos. Outros juntaram-se-lhes. Chegam a Vilar Formoso com destino à Suécia, mas Fernando Penteado acaba por ficar em Bruxelas, apoiado pela Associação dos Portugueses Emigrados e pelo PCP – partido no qual militou –, com o estatuto de refugiado político no Alto Comissariado para os Refugiados das Nações Unidas. Testemunho recolhido pela aluna Shirley Van-Dúnen, da Profª Paula Godinho, no âmbito do Voluntariado Curricular estabelecido pelo Museu do Aljube Resistência e Liberdade e a Faculdade de Antropologia, da FCSH da Universidade Nova de Lisboa.

João Carlos de Oliveira Moreira Freire

Recolha de Testemunhos no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em 2018_11_29 –
João Carlos de Oliveira Moreira Freire, sociólogo, professor e ensaísta. O seu testemunho diz-nos a razão que o levou a ingressar na carreira militar. Na Marinha, na Escola Naval, após a mobilização militar em Moçambique deserta para Espanha, com destino a França. No exílio, o trabalho como operário desperta-lhe a consciencialização político-social que o vai conduzir às esquerdas radicais e em consequência à participação nos Cadernos de Circunstância e à militância no anarquismo. No regresso a Portugal, após o 25 de abril, publica a revista Ideia. A sua entrevista dá-nos a perspetiva sobre a adesão de militares portugueses aos movimentos independentistas africanos. Afirma que, no seu caso, lutar contra a guerra colonial não significava que se defendesse todo o programa dos movimentos independentistas pois essa posição podia acarretar subjugação a outras lógicas de poder com as quais João Freire não se identificava por obedecerem a um mesmo princípio de dominação. Testemunho recolhido pela aluna Shirley Van-Dúnen, da Profª Paula Godinho, no âmbito do Voluntariado Curricular estabelecido pelo Museu do Aljube Resistência e Liberdade e a Faculdade de Antropologia, da FCSH da Universidade Nova de Lisboa.

Mário Moutinho de Pádua

Recolha de Testemunhos no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em 2018_11_26 – Mário Moutinho de Pádua, médico, deixou-nos o seu testemunho de desertor em oposição ao regime colonialista. Colaborante enquanto médico com os movimentos independentistas, não aceitou, por isso mesmo, fazê-lo pelas armas. Refere que o caminho certo para analisar a História da Guerra Colonial não pode ser interpretado à luz de tomada de posições particulares e sim a partir de uma visão de conjunto, contextualizada. Testemunho recolhido pela aluna Shirley Van-Dúnen, da Profª Paula Godinho, no âmbito do Voluntariado Curricular estabelecido pelo Museu do Aljube Resistência e Liberdade e a Faculdade de Antropologia, da FCSH da Universidade Nova de Lisboa.

Fernando Mariano Cardeira

Recolha de Testemunhos no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em 2018_11_19 – Fernando Mariano Cardeira, Engenheiro, prestou o seu testemunho de deserção em consequência da sua mobilização para a Guiné. Esta deserção coletiva de oficiais do exército causou grande polémica nacional e internacionalmente. Testemunho recolhido pela aluna Shirley Van-Dúnen, da Profª Paula Godinho, no âmbito do Voluntariado Curricular estabelecido pelo Museu do Aljube Resistência e Liberdade e a Faculdade de Antropologia, da FCSH da Universidade Nova de Lisboa.

Manuel Pedroso Marques

Recolha de Testemunhos no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em 2018_11_12 – Manuel Pedroso Marques, Coronel, prestou o seu testemunho de exílio, em consequência da sua ação naquela que ficou conhecida como a Revolta de Beja, de 31 de dezembro de 1961 para 1 de janeiro de 1962. Testemunho recolhido por Shirley Van-Dúnen, no âmbito do Voluntariado Curricular estabelecido pelo Museu do Aljube Resistência e Liberdade e a Faculdade de Antropologia, da FCSH da Universidade Nova de Lisboa, através da Profª Paula Godinho.

Francisco Louçã

Vidas na Resistência no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em 2018_10_10 – Francisco Louçã deixa-nos o seu testemunho de luta contra o fascismo. Luta em que se envolveu desde cedo e da qual resultou a sua prisão. Entrevista conduzida por Ana Aranha, com a presença da Escola Secundária D. Luísa do Gusmão, do Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves.