Museu do Aljube Resistência e Liberdade
Dedicado à história e à memória do combate à ditadura e ao reconhecimento da resistência em prol da liberdade e da democracia.

É um sítio musealizado e um museu histórico que pretende preencher uma lacuna no tecido museológico português, projetando a valorização da memória de luta contra a ditadura na construção de uma cidadania esclarecida e responsável e assumindo a luta contra o silenciamento desculpabilizante, e muitas vezes cúmplice, do regime ditatorial que dirigiu o país entre 1926 e 1974.

Saiba mais sobre o museu
Horário de abertura

Aberto diariamente das 10h00 às 18h00. Encerra segundas-feiras e nos feriados de 1 de janeiro, de 1 de maio e de 25 de dezembro.

Exposição Permanente

A Exposição Permanente do Museu apresenta aos visitantes uma caracterização geral do regime ditatorial português (1926-1974), os seus meios de opressão sobre a população (através da Censura e da ação repressiva das polícias e dos tribunais políticos), os meios de resposta das oposições, semi-legais e clandestinas, e ainda aspetos da luta anticolonial que induziu os militares ao derrube do regime por golpe militar, em 1974. No piso -1, os visitantes podem ainda ver parte das estruturas do edifício onde está alojado o Museu e uma mostra arqueológica levantada do seu subsolo.

Exposição Temporária

Tarrafal Nunca Mais!

18 de Outubro de 2018 a 31 de Março de 2019

O campo de concentração do Tarrafal, entre a história dolorosa de centenas de prisioneiros acusados de delito de opinião e torturados até à morte e o presente de uma memória de resistência que tem corrido o risco do esquecimento.

Lembra-se

As minhas memórias

António de Jesus Paulo e a luta pelas 8 horas nos campos do Alentejo

“Em Abril de 1962, na Berlanja, as pessoas – nessa herdade – manifestaram-se pelas oito horas de trabalho mas a coisa não resultou. (…) Agora aqui é que vai começar a verdadeira luta pelas oito horas de trabalho. (…) O José Lopes e eu, começámos por incitar as mulheres e os próprios capatazes, a consciencializá-los para que eles também fizessem parte na grande luta que estávamos a preparar, que eram as oito horas de trabalho. (…)”