Museu do Aljube Resistência e Liberdade
Dedicado à história e à memória do combate à ditadura e ao reconhecimento da resistência em prol da liberdade e da democracia.

É um sítio musealizado e um museu histórico que pretende preencher uma lacuna no tecido museológico português, projetando a valorização da memória de luta contra a ditadura na construção de uma cidadania esclarecida e responsável e assumindo a luta contra o silenciamento desculpabilizante, e muitas vezes cúmplice, do regime ditatorial que dirigiu o país entre 1926 e 1974.

Saiba mais sobre o museu
Horário de abertura

Aberto diariamente das 10h00 às 18h00. Encerra segundas-feiras e nos feriados de 1 de janeiro, de 1 de maio e de 25 de dezembro.

Exposição Permanente

A Exposição Permanente do Museu apresenta aos visitantes uma caracterização geral do regime ditatorial português (1926-1974), os seus meios de opressão sobre a população (através da Censura e da ação repressiva das polícias e dos tribunais políticos), os meios de resposta das oposições, semi-legais e clandestinas, e ainda aspetos da luta anticolonial que induziu os militares ao derrube do regime por golpe militar, em 1974. No piso -1, os visitantes podem ainda ver parte das estruturas do edifício onde está alojado o Museu e uma mostra arqueológica levantada do seu subsolo.

Exposição Temporária

JAIME CORTESÃO – Cidadão, Patriota, Resistente

18 de Outubro de 2019 a 25 de Abril de 2020

JAIME CORTESÃO – Cidadão, Patriota, Resistente, abre janelas sobre o homem de ação, empenhado numa praxis política regeneradora da nação, com um esteio seguro na cultura genuína e fundadora das raízes portuguesas.

Lembra-se

Papéis da Prisão de Caxias

Saúl Nunes – Caxias

Durante a prisão em Caxias em 1966 Saúl Nunes, membro da Frente de Ação Popular (FAP), procurando exercitar a memória e aferir da própria sanidade mental, fazia exercícios como escrever os nomes em latim das plantas como aprendera na escola ou os vencedores das provas de atletismo nos Jogos Olímpicos de 1948, 1952, 1956, 1960 e 1964. Ou ainda escrever todas as palavras em alemão que conhecia. Curiosamente as primeiras duas são “Freiheit” (Liberdade) e “Sterben” (Morrer).