Museu do Aljube Resistência e Liberdade
Dedicado à história e à memória do combate à ditadura e ao reconhecimento da resistência em prol da liberdade e da democracia.

É um sítio musealizado e um museu histórico que pretende preencher uma lacuna no tecido museológico português, projetando a valorização da memória de luta contra a ditadura na construção de uma cidadania esclarecida e responsável e assumindo a luta contra o silenciamento desculpabilizante, e muitas vezes cúmplice, do regime ditatorial que dirigiu o país entre 1926 e 1974.

Saiba mais sobre o museu
Horário de abertura

Aberto diariamente das 10h00 às 18h00. Encerra segundas-feiras e nos feriados de 1 de janeiro, de 1 de maio e de 25 de dezembro.

Exposição Permanente

A Exposição Permanente do Museu apresenta aos visitantes uma caracterização geral do regime ditatorial português (1926-1974), os seus meios de opressão sobre a população (através da Censura e da ação repressiva das polícias e dos tribunais políticos), os meios de resposta das oposições, semi-legais e clandestinas, e ainda aspetos da luta anticolonial que induziu os militares ao derrube do regime por golpe militar, em 1974. No piso -1, os visitantes podem ainda ver parte das estruturas do edifício onde está alojado o Museu e uma mostra arqueológica levantada do seu subsolo.

Exposição Temporária

Emídio Guerreiro 120 anos do nascimento. Vimaranense, cidadão universal

19 de Setembro a 01 de Novembro de 2020

A Exposição “Emídio Guerreiro 120 anos do nascimento. Vimaranense, cidadão universal” retrata, numa narrativa simples e dirigida ao grande público, a vida de um lutador pela liberdade, desde o período republicano até ao 25 de Abril de 1974.

Lembra-se?

Bonecos da Cadeia para Alfredo – Censurados

Adelino Pereira da Silva

Reproduzimos quatro postais desenhados e articulados que Adelino Pereira da Silva fez na prisão para o seu filho Alfredo. Em todos pode ver-se o carimbo com a frase “Cadeia do Forte de Peniche – Censura”. Adelino Pereira da Silva foi preso pela PIDE em 1963. Esteve no Aljube, em Caxias e em Peniche. Foi libertado em 1969. São desses tempos algumas das memórias que partilhou connosco.