ATO (DES)COLONIAL

20 de Janeiro a 12 de Junho de 2022
A violência está na génese, na prática e na simbologia de um processo de ocupação. Mas a violência encontra resistência, com diferentes expressões e impactos. Esta exposição pretende revelar e relevar diversos processos de resistência ao colonialismo português entre 1926 e 1974, período objeto deste museu.
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A Guerra Guardada

13 de Janeiro a 03 de Abril de 2022
Com curadoria Maria José Lobo Antunes e Inês Ponte, “A Guerra Guardada” explora coleções pessoais de homens que em tempos foram soldados durante os anos da guerra.
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Exposição de longa duração

Dedicado à história e à memória do combate à ditadura e ao reconhecimento da resistência em prol da liberdade e da democracia.
A Exposição Permanente do Museu apresenta aos visitantes uma caracterização geral do regime ditatorial português (1926-1974), os seus meios de opressão sobre a população (através da Censura e da ação repressiva das polícias e dos tribunais políticos), os meios de resposta das oposições, semi-legais e clandestinas, e ainda aspetos da luta anticolonial que induziu os militares ao derrube do regime por golpe militar, em 1974. No piso -1, os visitantes podem ainda ver parte das estruturas do edifício onde está alojado o Museu e uma mostra arqueológica levantada do seu subsolo.
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Outras exposições

Mulheres e Resistência – “Novas Cartas Portuguesas” e outras lutas
A exposição temporária Mulheres e Resistência – Novas Cartas Portuguesas e outras lutas pretende revelar e relevar o contributo de tantas mulheres que, com origens e percursos diferentes, inventaram e concretizaram batalhas pelos seus direitos, pela justiça social e pela liberdade, desde os anos 30 até ao 25 de Abril.
06 de Maio a 31 de Dezembro de 2021
A Guerra Guardada
Com curadoria Maria José Lobo Antunes e Inês Ponte, “A Guerra Guardada” explora coleções pessoais de homens que em tempos foram soldados durante os anos da guerra.
13 de Janeiro a 03 de Abril de 2022
Augusta Conchiglia nos Trilhos da Frente Leste – Imagens (e Sons) da Luta de Libertação em Angola
Em Abril de 1968, Augusta Conchiglia entrou clandestinamente em Angola para, com o realizador Stefano de Stefani, reportar a luta de libertação em curso. Até setembro, guiados pelos guerrilheiros do MPLA, percorreram centenas de quilómetros nas zonas libertadas do Moxico e do Cuando-Cubango. Usadas por Sarah Maldoror e William Klein, as imagens de Augusta Conchiglia – que nem sempre lhe são creditadas – tornaram-se iconográficas da luta de libertação contra o colonialismo português. Este é um gesto de restituição, que projecta o nome da sua autora com as suas imagens.
22 de Julho a 31 de Dezembro de 2021