Às 19h00 teremos atuação de Sallim, que para esta ocasião especial, traz canções inéditas do seu cancioneiro e algumas versões, daquelas que cabem na boca e, por muito que se cantem, nunca se gastam.
A partir da reflexão sobre o passado ditatorial marcado pela violação sistemática dos Direitos Humanos, valorizar a resistência à ditadura e o processo revolucionário de 1974 e 1975 como momento inédito de participação popular na conquista da democracia e de direitos e liberdades fundamentais em Portugal.