“Cabral matadu, ma i ka muri” (“Cabral foi morto, mas não morreu”)

20 Janeiro 2021

#Nestedia, 20 de janeiro, no ano de 1973, era assassinado em Conacri Amílcar Cabral, líder do PAIGC e uma das grandes figuras da história africana.

Era já noite em Conacri quando, ao chegar a casa acompanhado pela mulher Ana Maria, Amílcar Cabral é surpreendido por um grupo de homens armados e mortalmente baleado no fígado e na cabeça. A controvérsia sobre a autoria do crime mantém-se até aos dias de hoje. A verdade é que seriam muitos aqueles que teriam interesse na liquidação de Cabral. Desde logo o regime fascista português, mas também rivais internos no PAIGC e até Sekou Touré, presidente da vizinha Guiné Conacri. Tudo aponta para uma ação conjunta de dissidentes do PAIGC, autoridades da República da Guiné, PIDE/DGS e alguns sectores militares portugueses.

Imagem: Bruna Polimeni (1971), “Retrato de Amílcar Cabral”, Fundação Mário Soares / DAC – Documentos Amílcar Cabral, Disponível HTTP: http://hdl.handle.net/11002/fms_dc_43320 (2021-1-20)

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