Meninos que não foram crianças – filhos de clandestinos. 60º Aniversário da Declaração dos Direitos da Criança

20 de Novembro de 2019 - 17h30
Auditório do Museu do Aljube
Ilustração de Margarida Tengarrinha para a capa do livro Cecília tem uma história.

Conversa inspirada no livro de contos “Crianças emergem da sombra”, de Maria Luísa Costa Dias

«A criança gozará de uma protecção especial e beneficiará de oportunidades e serviços dispensados pela lei e outros meios, para que possa desenvolver-se física, intelectual, moral espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade.»
Declaração dos Direitos da Criança. Princípio 2º, 1959; ONU

Oradores
Piedade Morgadinho, António Vilarigues, Mariana Rafael e Fátima Amaral

Conversa Conduzida por
Catarina Pires (jornalista)

Leitura de um conto
Mafalda Santos (atriz)
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Maria Luísa Costa Dias
Médica, católica, natural de Coimbra. Nasceu em 15 de outubro de 1916. Morre em 9 de maio de 1975. Presa pela primeira vez em 1953. Esteve 7 anos na prisão e mais de 20 na clandestinidade.
Maria Luísa pertenceu ao Movimento Democrático de Mulheres desde a sua fundação. Disse em 1975: A emancipação da mulher está profundamente ligada com a vitória sobre as forças de retrocesso social que se opõem à paz, à coexistência pacífica entre países de regimes políticos diferentes, à cooperação entre os povos.

Uma parceria:
Museu do Aljube Resistência e Liberdade
Movimento Democrático de Mulheres

Inscrições obrigatórias e mediante os lugares existentes.

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